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quinta-feira, 26 de abril de 2012

ABORTO E ESPIRITUALIDADE


VISÃO ESPIRITUAL DO ABORTO
     Por Wagner Borges


O aborto é como um espelho partido. Quando as pessoas notam as conseqüências espirituais do ato leviano, já há vários feridos, cortados pela natureza do desespero e pela imaturidade dos envolvidos no processo. Daí, só há um remédio: o carma surge e passa a "pomada do destino" nos cortes de todos, e sussurra ao tempo para que una os cacos do espelho partido na alma imatura.

O futuro vem por aí e atrairá os responsáveis pelo aborto para o devido reajuste consciencial.
Que as pessoas "pobres de espírito" se acautelem, pois há "cacos cármicos" espalhados em seus caminhos.
 
***
Em troca do prazer, muita gente comete loucuras e destrói o próprio equilíbrio. O culto exarcebado do hedonismo remete seus adoradores aos vales da loucura, presos a viciações de difícil solução. Os homens devem se precaver contra os tentáculos da ilusão do desejo desenfreado.
 
***

A clínica de abortos é um verdadeiro antro de trevas na face da Terra. É como um alçapão de dores, tragando o equilíbrio vital das criaturas. O profissional aborteiro e seus assistentes são autênticos médiuns das trevas, vertendo no mundo os raios de insanidade e destruição.

Que os interessados em um aborto pensem no seguinte: há magotes de espíritos umbralinos ligados energeticamente aos profissionais do aborto. Eles aderem às auras de mulheres infelizes e de pessoas coniventes com o ato, e usam-nas como portais energéticos para disseminar diversos ataques extrafísicos aos alvos humanos adredemente escolhidos.

Quem faz um aborto, além de se predispor a ajustes cármicos futuros com o aborteiro e com seus asseclas, ainda se submete à ação deletéria de espíritos obsessores (às vezes, por longo tempo) em sua vida.

- Ramatís e Os Iniciados - Recebido espiritualmente por Wagner Borges

ABORTO- UMA INFELIZ DECISÃO


UMA HISTÓRIA REAL
 
Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se: 
- Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.
Indaga o médico: 
- Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?
A mulher, já esperançosa, respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.
O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:
- Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:
- Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco. 
A mulher apavorou-se:
- Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é
exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo.

Texto extraído do Expresso Vida nº 28 (03 de Setembro de 2000), adaptado por Mely

ABORTO - UMA PRIVAÇÃO DA VIDA


PRÁTICA CRIMINOSA

O aborto é prática criminosa, negativa, anti-ética e anticosmoética em quase todos os níveis, instâncias e circunstâncias morais, sociais e espirituais. Sob o ponto de vista consciencial é muito complexo analisar, mas somente no caso de um estupro, o aborto, veja bem, será atenuado como causa kármica. 

O prejuízo pessoal-consciencial de quem pratica o aborto é muito maior do que perder o casamento, ficar "defamada", brigar com os pais ou até mesmo ser expulsa do lar. Mais vale a pena assumir o bebê sozinha e em condições aparentemente desfavoráveis do que ser triplamente infeliz mais tarde.

Quando digo ser infeliz, estou sendo mais amplo do que você leitor imagina. O aborto trás grande consciência de culpa aos pais (ao homem também ao contrário do que se pensa!) e trás desequilíbrios físicos (de saúde), psicológicos, espirituais-bioenergéticos-kármicos. Até a saúde do homem também pode ser mais ou menos prejudicada conforme o caso. O aborto em casos mais graves pode causar até impotência sexual masculina.

O prejuízo kármico é tão grande que boa parte das vezes vem na mesma vida retificar o erro dos pais. O pai de filho abortado tem a ter doenças e acidentes no joelho esquerdo. O aborto é pior que assassinato a mão armada. É isto mesmo! Um bandido que assalta e mata adquire menos karma que os pais que praticam o aborto.  Reencarnação é um caso sério. É como desafiar Deus. Abortar é matar um ser na condição mais indefesa e covarde que se possa imaginar no templo da existência. 

O ser que se candidata a reencarnar num certo casal indica que há um compromisso kármico, sério, anterior assumido em que não se deve fugir. Quando se foge do karma ele aumenta e fica mais forte. Quem acha que pode praticar um ato abominável deste e sair impune está muito enganado. O karma negativo é adquirido tanto pelo pai como pela mãe em condições iguais. Com certeza absoluta o pai que não dá apoio emocional, psicológico e financeiro dentro de suas possibilidades adquire o mesmo karma ou até maior que se imagina, pois em tempo de gravidez a mulher fica hipersensível. 

Talvez você ache que Deus é um burro que não percebe nada, talvez você se ache esperto demais, mas não há saída: assumir o bebê pode ser um fardo pesadíssimo, mas abortá-lo é um fardo 100 vezes maior.
Quem aborta não acredita em Deus, nem em si, nem no bem, nem nos amparadores, anjos da vida e nem em nada. Talvez a Lei Magna Justa do Karma vá lhe transformar no feto abortado na próxima vida, digo, na próxima tentativa de reencarnar. Isto não é ameaça ou vingança, é a Lei de Causa e Efeito gerada por nós mesmos.  "A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória"
http://www.consciencial.org/aborto.html

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Vivemos e somos tempo.

Se por ventura alguém se arriscasse a interrogar-me o que '' somos '' na mesma intensidade de um ser que vislumbra encontrar essa resposta, arriscaria-me responder em meras e poucas linhas;
Vivemos e somos '' tempo'' e não nos conhecemos, 
somos mistério, somos '' TEMPO'' ainda não desvendado.
Somos MIGALHAS ou MURALHAS de bons e remotos passados 
ou quem sabe, passado que não quer ser desvendado.
Somos MISTÉRIO, somos TEMPO e HISTÓRIAS, somos o que somos 
ou somos o que queremos ser, SIMPLESMENTE somos.

Jhonatan dos Santos Ferreira.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011


(VII) A CULTURA E O HOMEM
DO LIVRO O HOMEM QUEM É ELE (PAULUS)

    A antropologia filosófica, apresentada nesta obra, é um dos passos iniciais para se chegar a um ponto tão questionado desde os tempos antigos: ‘’ descobrir quem é o homem’’.
      Na abrangência temporal-cultural é proposta uma abordagem partindo de aspectos necessários e julgados pelo autor importante para se chegar à compreensão da origem do homem pautada na inferência cultural; ‘’ Ela propõem descobrir quem é o homem não através do estudo de sua estrutura física ou das suas faculdades espirituais, mas sim mediante o exame de seus produtos culturais.’’ 
     É nesse aspecto que difere a antropologia cultural das outras ciências, que por vezes tentam resolver a esse questionamento por meios físicos – é o caso da biologia.
    Deve se pois conhecer o homem pelos seus efeitos e feitos, tudo isso em recorrência de todas as habilidades presente nele; habilidades que podem ser vistas também no aspecto da infra-estrutura das cidades; ‘’ ...estradas, canais, pontes, ferrovias, trens, catedrais, instrumentos musicais, obras de arte...’’ tudo são contributos para entender o homem na sua totalidade, sendo colocado em questão a cultura. Mais justifica um questionamento, o homem pode ser reduzido apenas a esses aspectos citados? Ou ele é mais do que isso, é fruto de um aperfeiçoamento cultural?
    O autor propõem um estudo do homem tendo como referência o estudo de sua natureza, de seu destino, isso partindo dos aspectos supra-citados anteriormente, mas antes justifica um estudo que seja capaz de definir o que seja a cultura.
Do ponto de vista do autor, ‘’ Da cultura foram dados e podem-se dar várias definições.’’
1.      Definição de cultura – abordagem subjetiva 
‘’É o exercício das faculdades espirituais; mediante o qual elas são postas em condições de dar os frutos mais abundantes e melhores que sua constituição natural permita’’.
A cultura não ultrapassa os nossos limites mesmo buscando dar os melhores frutos colocados pela capacidade espiritual. A cultura intervém de tal modo, mais não ultrapassa a nossa subjetividade. Abrangendo o conceito platônico de Paidéia que é a formação do homem enquanto indivíduo, para além de formar o homem, a educação deveria formar o cidadão, o ideal educativo era, pois, a formação geral que tem por tarefa construir o homem como homem e como cidadão.

2. Definição de cultura – abordagem objetiva
A cultura ‘’... são frutos adquiridos pelo homem mediante o exercício das sua faculdades, seja espirituais, seja orgânicas’’.
É fruto da atuação do homem mediante o meio em que se vive, cultura refere-se a forma de desempenhar tais faculdades rotineiras ( Ponto importante: a cultura se cria dia a dia -  referir-se as distintas culturas existentes e divergentes entre si – vai de um valor de cada povo – de cada realidade.)
MINHA CONCLUSÃO
  Pode-se dizer que a concepção do homem está diretamente ligada aos processos de transformações sociais e seus cenários. Sabe-se que o homem sempre será um grande problema a ser estudado, as inquietações são apontadas pelo fato da abordagem cultural, religiosa, etc.
O homem sempre será alvo de expiação por se tratar de um ser que tende á inserir-se, preservando sua individualidade e personalidade ( subjetividade).
O homem é ser social e político- cultural que estabelece entre si um pacto. É, pois o centro da concepção do homem e o advento do indivíduo ao centro da reflexão filosófica, o que ressalta a importância da abordagem filosófica para o estudo do que seja o homem.
Conclui-se assim que a concepção do homem é dada a cada período abordado no texto e elaborada a cada dia, tendo como ponto de referência os traços culturais, os valores e um grande universalismo antropológico (superação dos conceitos, raças, pátria, etc...).
JHONATAN DOS SANTOS FERREIRA
HIPOTETICAMENTE UMA CULTURA DO VAZIO 

Entende-se mediante a problemática levantada quais são os pontos relevantes que tem possibilitado uma inserção dos indivíduos à uma nova maneira de ver o mundo e consequentemente de inserir nele.
 Vale ressaltar a ruptura do velho com um novo, é neste contexto que  entende-se de forma eficaz o sentido da modernidade, para assim fazer uma leitura do que seja a concepção de homem moderno e qual tem sido sua relação consigo e com  o outros enquanto sendo ele ser relações.
Estudiosos e pesquisadores vem debruçando-se  em teses e pensamentos de existencialistas para assim aproximarem-se de um grande mistério que é a existência humana. Esse longo percurso em busca de compreender o que seja o homem, parte necessariamente do momento em que surge a necessidade de compreender o ‘’EU’’.
 Uma vez que a partir do momento que surgem especulações em torno da existência, automaticamente visa-se compreender o outro, o ‘’eu’’ se torna justificável e um pouco mais compreensível no momento em que se é capaz de compreender a essência da existência, ou seja, quando passa-se  da subjetividade para um sentimento de inter-relação.
Entender o paradoxo da pessoa humana é de extrema relevância para aproximar-se de uma compreensão mais aprimorada do que seja a essência da existência, isso levando em consideração as interfaces que uma sociedade a qual estamos inseridos pode apresentar para a construção de uma identidade pessoal e social sólida.
É importante lembrarmos que o homem sempre foi e será um ser de inquietações e crises, a sociedade apenas dá a sua parcela de contribuição para um maior desenvolvimento dessa angustia, gerando assim em meio ao cenário social uma passividade à uma nova cultura, a qual ousamos intitular; cultura do vazio existencial.
Essa abordagem cunhada pela problemática da existência requer uma identificação no que seja uma vivência autêntica e inautêntica pautada na expressão da noção de ser no mundo que fora difundida de forma ampla pelas ciências humanas desde de que fora formulada por Martin Heidegger em seu tratado Ser e Tempo (Sein und Zeit), de 1927.
No âmbito de uma vivência inautêntica o homem vê-se na necessidade de ter um olhar egoísta a si mesmo em vista de poder satisfazer suas próprias  necessidades e interesses.
 Propõe-se que ao fazer um estudo da cultura do vazio chegar-se-à à conclusão de que o homem sendo ser de inter-relação, não consiga por si só concretizar seus objetivos e necessidades no campo social sem antes prever uma interferência do outro.
 Desemboca aqui o aspecto paradoxal da condição humana, deixando nítido de que nossa existência está sempre dependente da existência do outro (eu sou na medida em que o outro também é) de certa maneira o EU e ou OUTRO não se diferenciam, neste campo a existência é vinculada ao outro.
Essas são as respostas preliminares em vista de uma abordagem em torno da cultura do vazio no mundo contemporâneo.

JHONATAN DOS SANTOS FERREIRA- Graduando em filosofia .PUC.MINAS  
Pré -noviço CICM .BRASIL 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


SIGMUND FREUD E A PSICANÁLISE

 A ESTRUTURA DA PERSONALIDADE /TEORIA DA PERSONALIDADE
Abordagem de algumas terminologias e seus conceitos


1)Terminologias e seus conceitos no campo da psicologia de Freud:

Instintos: No sistema de Freud, representações mentais de estímulos internos que levam uma pessoa a tomar determinadas atitudes.

+Instintos de vida: Impulso de assegurar a sobrevivência do indivíduo e da espécie satisfazendo a necessidade de comida, água, ar e sexo.

+Instintos de morte: Impulso inconsciente na direção da degeneração, destruição e agressão.

 +Impulso agressivo: Compulsão de destruir, subjugar e matar.

(Freud agrupou os instintos em duas categorias: instintos de vida e de morte. O objetivo dos instintos de vida é a sobrevivência do indivíduo e da espécie tentando satisfazer a necessidade de comida, água, ar e sexo. Os instintos de vida são orientados para o crescimento e desenvolvimento. A energia psíquica manifestada pelo instinto de vida é a libido, que pode ser anexada ou investida na representação de objetos, um conceito que Freud chamou de Catexia. EX: se você gosta do (a) seu (sua) companheiro(a) de quarto, por exemplo, Freud diria que a libido está catexizada nele ou nela.)

*Instinto= forças propulsoras que incitam ás pessoas à ação.

 4 COMPONENTES:

Fonte: quando emerge a necessidade, pode ser uma parte do corpo ou ele todo.

Finalidade: é reduzir a necessidade até que mais nenhuma ação seja necessária, e dar ao organismo a satisfação que ele momento deseja.

Pressão: é a quantidade d energia ou força que é usada para satisfazer ou gratificar o instinto.

Objeto: é qualquer coisa, ação ou expressão que permite a satisfação da finalidade original.

Libido: Para Freud, a forma de energia psíquica manifestada pelos instintos de vida, que empurra a pessoa para comportamentos prazerosos.

Catexia: Investimento de energia psíquica em um objeto ou pessoa.
+ Conceitos não contemplados na apostila utilizada pela turma.

Determinismo psíquico: Há uma causa para cada pensamento, para cada memória revivida, sentimento ou ação. Cada evento mental é causado pela intenção consciente ou inconsciente e é determinado pelos fatos que o procederam.

CONSCIENTE: Contanto com o mundo exterior

 PRÉ-CONSCIENTE: Material um pouco abaixo da superfície da consciência.

INCONSCIENTE: Material difícil de recuperar, bem abaixo as superfícies da consciência.